Religião em Moçambique
A situação atual da religião em Moçambique está mal documentada. Segundo o censo de 1997 realizado pelo Instituto Nacional de Estatística, 24 por cento dos moçambicanos são católicos, 22 por cento são protestantes, e 20 por cento são muçulmanos. Metade da população não professa praticar uma religião ou credo; no entanto, líderes religiosos acreditam que praticamente todas essas pessoas reconhecem ou praticam alguma forma de religião tradicional.[3]
As diferentes comunidades religiosas estão distribuídas por todo o país.[3] As província do norte são predominantemente muçulmanas, mas algumas áreas do interior do norte têm uma forte concentração de comunidades católicas e protestantes.[3] Protestantes e católicos são geralmente mais numerosos no Sul e nas regiões centrais, mas a minoria muçulmana também está presente nessas regiões.[3]
A Direcção Nacional dos Assuntos Religiosos do Ministério da Justiça afirma que os cristãos evangélicos são o grupo religioso que mais cresce no país.[3] A crescente população de imigrantes da Ásia Meridional é predominantemente muçulmana e segue a escola Hanafi da jurisprudência islâmica.[3]
A Constituição prevê a liberdade de religião, e o governo de modo geral respeita esse direito na prática.[3] Em 2010 estavam registradas no Departamento de Assuntos Religiosos do Ministério da Justiça 732 denominações religiosas e 144 organizações religiosas.[3] Os principais grupos religiosos cristãos incluem Anglicana, Batista, A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (Mórmons), Congregacional, Metodista, Nazareno, Presbiteriana, Testemunhas de Jeová, Católica Romana, Adventista do Sétimo Dia e Igreja Universal do Reino de Deus, bem como igrejas evangélicas, apostólica e pentecostal.[3] Muitas igrejas evangélicas e protestantes pequenas e independentes que se separaram das principais denominações reúnem crenças e práticas tradicionais africanas





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